Desmentido boato sobre Anton Yelchin em Lanterna Verde

anton_yelchin Na semana passada, um boato esquisito sobre a Warner Bros. querer Anton Yelchin para o papel do Lanterna Verde no filme do super-herói da DC Comics, rodou a Internet. Agora, o site IESB desmentiu essa notícia ao conversar com o próprio ator durante a convenção WonderCon.

“Eu não tenho ideia de onde veio isso… nenhuma ideia. Eu provavelmente sou muito novo para o papel. Mas ninguem sequer me procurou”, disse Yelchin ao site.

Não apenas novo… mas também franzino. Não faz nem 15 dias que eu mesmo esbarrei com o futuro Chekov de Jornada nas Estrelas em Los Angeles (o reconheci porque ele estava falando russo com um amigo em um sebo de CDs e DVDs) e, definitivamente, ele não tem o estilo super-heróico que o papel precisa.

Aparentemente, a WB ainda quer que Ryan Gosling aceite o contrato, mas o mesmo IESB garante que ele já recusou três vezes a possibilidade.

Martin Campbell (Cassino Royale) dirige o filme para a Warner, a partir do roteiro de Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Michael Green. Na história do filme, cada setor do espaço é protegido por um Lanterna Verde, dotado de um anel que emprega uma poderosa energia verde para criar qualquer coisa que esteja dentro dos limites da imaginação e força de vontade de seu mestre. Quando o Lanterna Verde escalado para defender o nosso setor percebe que está morrendo na Terra, ele envia seu anel para encontrar um sucessor digno – e encontra o piloto de testes Hal Jordan.

O filme estreia em 17 de dezembro de 2010.

Midway tenta vender Mortal Kombat para escapar da falência

logo2 A Midway, dona da série Mortal Kombat, está prestes a falir. As vendas de Mortal Kombat vs. DC Universe não foram suficientemente altas para afastar a possibilidade de fechamento da empresa e os executivos agora correm contra o prejuízo.

Para pagar as dívidas e seguir funcionando, a empresa está demitindo funcionários e liquidando suas propriedades intelectuais. Jogos novos, como Wheelman, já trocaram de mãos. Agora, a Midway procura um comprador para Mortal Kombat.

A série de luta, apreciada pelos fãs do gênero, já rendeu filmes e pode voltar ao cinema. É, certamente, algo que pode render o montante que a empresa precisa para sobreviver. O problema: é a única série de peso que resta à empresa.

Superequipe de vilões da DC Comics vai ganhar filme

8329_400x600 A Warner Bros. deve estar bem satisfeita de trabalhar com o produtor Dan Lin. Botou nas mãos dele uma das apostas altas do estúdio, Sherlock Holmes, e no começo de janeiro lhe passou a reinício da franquia Tomb Raider. Agora a Lin Pictures assume outro projeto: Suicide Squad, a adaptação das histórias do Esquadrão Suicida da DC Comics.

Outro nome recorrente no estúdio, Justin Marks (roteirista de He-Man, 20.000 Léguas, Hack/Slash, Arqueiro Verde…) será o responsável pelo roteiro. Surgido em 1959 e sucesso com sua série própria nos anos 80, o Esquadrão mostrava criminosos conhecidos do Universo DC assumindo missões que o governo dos EUA considerava perigosas demais para os super-heróis normais.

É basicamente a história clássica do condenado que faz o bem para diminuir sua pena, adaptada para os quadrinhos. Não está definido ainda quem integrará a equipe, formada por um panteão rotativo de malfeitores, no cinema.

HQ Aphrodite IX vai virar filme 3-D

aphroditeIX A Top Cow está mesmo querendo seguir o rumo da Marvel nos cinemas. A editora já anunciou os filmes de Magdalena, Fathom e Witchblade e vai apostar em mais uma de suas heroínas gostosas na tela: Aphrodite IX.

O Platinum Studios e a Threshold Entertainment se associaram à Top Cow Productions para transformar o gibi de ficção científica em um longa 3-D.

Aphrodite é uma assassina indestrutível criada em laboratório: ela mata e perde a memória, para poder matar novamente depois. Os problemas começam quando a bela de cabelo verde recupera lembranças e começa a questionar seu ofício.

Segundo o Hollywood Reporter, no momento os produtores procuram a protagonista. Ainda não há diretor contratado.

Quadrinistas se unem para preservar casa dos criadores do Superman

superman_logo Há mais de 70 anos, dois jovens nerds criaram o super-herói mais famoso do mundo. Jerry Siegel e Joe Shuster imaginaram um homem voador, super-forte, à prova de balas, vindo de um planeta distante e último sobrevivente da sua raça. 70 anos depois, a casa de Cleveland, Ohio, onde Superman foi concebido está caindo aos pedaços.

Não por muito tempo, se depender de Brad Meltzer. O romancista e autor de quadrinhos, que lançou esta semana um livro baseado na história de Jerry Siegel, criou também esta semana na Internet uma mobilização para salvar a antiga casa dos Siegel – fundando, junto às herdeiras do criador, a Siegel & Shuster Society.

“A casa onde o Google foi criado está preservada. A fazenda onde a Hewlett Packard foi fundada está preservada. E a casa de Richard Nixon é um museu. Mas e a casa onde Superman – um dos heróis mais conhecidos do mundo – foi criado? Está um caos. Com a criação da Siegel & Shuter Society, esperamos levantar dinheiro suficiente para reformar a casa e garantir que ela esteja preservada, restaurada e um dia você possa levar seus filhos lá”, escreve Meltzer no site filantrópico que fundou.

Ele ressalta que os atuais donos da casa sempre recebem, com prazer, visitantes do mundo todo que querem conhecer o lugar onde o Homem de Aço nasceu. E mais: a casa de Joe Shuster, o co-criador do herói, a algumas quadras dali, já foi demolida por falta de preservação.

Como conseguir o dinheiro? Com uma ajudinha dos amigos. O site está promovendo leilões de diversos itens doados por parceiros de Meltzer, tais como Neil Gaiman, Brian Michael Bendis, Jim Lee, George Pérez, Joe Quesada, Stephen Colbert, Alex Ross e vários outros que estão doando gibis autografados, roteiros e desenhos originais, até ter seu nome em um personagem de um futuro gibi ou livro. Há inclusive a oportunidade de ser um extra no seriado Heroes.

A lista completa de itens em leilão está aqui. Os leilões serão feitos em lotes semanais até o dia 30 de setembro.

“Sempre nos apoiamos no Superman quando precisamos dele. Esta é nossa chance de ajudá-lo”, defende Meltzer.

Batman: Aaron Eckhart põe ponto final na discussão sobre o futuro de Harvey Dent

posterharvey O ator Aaron Eckhart deu uma entrevista ao site ComingSoon e falou sobre Batman – O Cavaleiro das Trevas. A essa altura todo mundo já viu o filme, mas fica o aviso do SPOILER: Eckhart esclareceu o destino do promotor público Harvey Dent.

Fui perguntar para o Chris [Nolan, diretor] e ele soltou ‘você está morto!’ antes mesmo de eu terminar a pergunta. Ele está morto. Não vai voltar”, disse o ator. Claro que em quadrinhos morte é uma questão mais que relativa, mas em cinema é um pouco diferente: “Tem o problema da negociação do contrato. Eu não vou voltar, tinha contrato para um filme só”.

Originalmente o plano era manter o Coringa em cena. “Infelizmente, Heath [Ledger] não pôde continuar. Eu sou um Zé Ninguém. Não mando nada nessa questão. E tenho certeza de que há mais um monte de personagens que eles podem escalar daqui pra frente”, finalizou.

Não há nada definido sobre o próximo filme ainda.

Adaptação ao cinema da controversa HQ The Boys começa a andar

the-boys Surgem mais novidades sobre a adaptação ao cinema da HQ The Boys, a série de Garth Ennis e Darick Robertson expulsa da DC/Wildstorm por conta de seu “conteúdo inapropriado” e adotada pela editora Dynamite Entertainment.

Em fevereiro a Columbia Pictures adquiriu os direitos do gibi e designou a produtora de Neal H. Moritz (Velozes e Furiosos), Original Film, para cuidar da adaptação. Agora o nome dos roteiristas é definido: Matt Manfredi e Phil Hay. Eles são responsáveis também pelo texto de outro filme inspirado em HQ, R.I.P.D., para a Universal.

Os “garotos” do título são uma força-tarefa governamental que impede que os super-heróis saiam da linha. Se preciso, intimidando-os ou eliminando-os. “Ao invés de ser uma visão romântica dos heróis que salvam o mundo, The Boys imagina um mundo em que super-heróis realmente existem e têm os defeitos que todo mundo tem”, comentou Moritz no anúncio oficial.

Produtor diz que terceiro Batman depende unicamente de Christopher Nolan

batman Não falta gente especulando sobre o terceiro filme do Batman, mas a verdade é que uma decisão ainda está longe de acontecer. Isso porque o diretor Christopher Nolan está… de férias.

Um artigo do Hollywood Reporter diz que a Warner Bros. e a Legendary Pictures estão interessadas em continuar a série – mas só cabe a Nolan procurar o estúdio. Enquanto o diretor não aparecer com uma idéia para o terceiro filme, tudo não passará mesmo de boato.

“É Chris quem manda. Ele é o típico cineasta que não pensa no próximo filme até que tenha terminado o atual. Quando ele voltar de férias, vamos ouvir o que ele tem a dizer”, falou o produtor Charles Roven.

Quadrinistas da DC comentam intenção de fazer filme de Superman mais sombrio

superman_11 Semana passada a Warner Bros decidiu o rumo das futuras adaptações das principais séries da DC Comics para o cinema. Superman – O Retorno será desconsiderado e a franquia do Homem de Aço recomeçará do zero, seguindo a linha sombria de sucesso de Batman – O Cavaleiro das Trevas – “mas no limite que cada personagem comporta”, frisou o presidente de produção da WB, Jeff Robinov.

A idéia de ver o bom-moço Super-Homem ficar “malvado” é boa? A MTV perguntou isso a alguns nomes dos quadrinhos, da TV e do cinema, como o cineasta Kevin Smith e os quadrinistas Jeph Loeb (ex-produtor de Smallville e autor da série Superman/Batman), Steven T. Seagle (da graphic novel It’s a Bird…), Mark Waid (O Reino do Amanhã) e Christopher Golden (roteirista de Buffy e Hellboy).

“Não é a coisa mais estúpida do mundo?”, pergunta Golden. “The Dark Knight é muito bom porque tinha todas as coisas boas de Batman condensadas no melhor filme possível. Fazer um Super-Homem sombrio e radical só porque TDK fez uma tonelada de dinheiro é incrivelmente estúpido.”

Kevin Smith meio que concorda: “É preciso sempre manter Superman distinto do Batman. Se a idéia é dar um enfoque mais realista ao Superman, ok, mas não acho que seja possível transformá-lo em um personagem raivoso. Superman simboliza a esperança nas pessoas, o bem, enquanto Batman personifica nossa fome por justiça cega. Não sei se é o enfoque certo, mas eu apoio totalmente um recomeço pra série”.

Loeb ressalta o contraste entre os dois heróis. “Superman inspira esperança, enquanto o Batman inspira medo. Uma das coisas que eu acho interessante é que o trabalho de Superman não tem fim, é uma batalha interminável. Isso é sombrio? Aí eu já não sei…” Seagle tenta responder: “Esforços heróicos são basicamente sombrios. A idéia de ter vilões implica algo ruim acontecendo a pessoas boas, na maior parte do tempo, e isso é sombrio. Os heróis se iluminam quando emergem de situações ruins com sucesso”.

Waid finaliza: “Eu prefiro entender que eles vão fazer filmes sombrios na medida em que os personagens permitam. Espero que eles percebam que Superman não é um personagem sombrio, mas isso não significa que a história não possa ser mais ameaçadora ou mais dark. O que faz Superman difícil de escrever para o século 21 é o fato dele ser uma criatura de esperança, e vive num mundo mais otimista do que o mundo de Batman”.

Por enquanto a Warner Bros. ainda está analisando idéias. Nem a presença do diretor Bryan Singer foi confirmada. Anúncios pontuais serão feitos em setembro. A intenção é ter pelo menos mais quatro filmes de heróis até 2011: o terceiro Batman, a renovação de Superman e mais dois. Atualmente estão sendo estudados os filmes de Lanterna Verde, Flash, Arqueiro Verde e Mulher-Maravilha.

Mais uma equipe do Universo DC aparecerá em Smallville

legiao Diretamente da San Diego Comic-Con saíram mais novidades sobre a oitava temporada de Smallville. Primeiro, a inofensiva: Allison Mack dirigirá um episódio, o décimo-terceiro ou o décimo-quinto. A atriz estrearia atrás das câmeras no ano sete, mas a greve dos roteiristas adiou os planos do seu debute.

Agora, os spoilers, nada muito pesado:

  • Justin Hartley, o Arqueiro Verde, está deixando a barba crescer para uma cena que se passa numa ilha;
  • Erica Durance, a Lois Lane, aparece bastante nos quatro primeiros episódios, e a oportunidade de aproveitá-la em 12 ou 13 episódios da temporada é bastante concreta;
  • Maxima, a personagem saída do Universo DC que apareceria no quarto episódio, está confirmada. Aquela história de problemas com direitos autorais não vale mais;
  • Por último, o mais interessante: o quadrinista Geoff Johns escreverá um episódio que terá a participação da Legião dos Super-Heróis, super-grupo vindo do século 30 atrás da ajuda do lendário Super-Homem. Nos quadrinhos a relação da Legião com Superboy foi, durante anos, o coração das histórias do grupo, que recentemente ganhou até desenho animado e, como você pode ver aí do lado, tem uma infinidade de integrantes.

A CW diz que a oitava temporada começa nos EUA em 2 de outubro e o TV Guide, em 18 de setembro. Vamos aguardar uma decisão. No Brasil, Smallville é exibido pelo Warner Channel.

milestone A DC Comics teve diversos painéis de conversas com os fãs durante a San Diego Comic Con, ao longo do fim-de-semana. Uma das principais novidades divulgadas foi a nova história de Neil Gaiman com Batman, sobre a qual você lê mais aqui. Mas uma série de outros projetos foram comentados pela primeira vez na convenção. Confira:

- O universo Milestone, parte de uma linha de quadrinhos de autoria de criadores negros (Dwayne McDuffie e Denys Cowan, entre outros) com personagens majoritariamente negros, publicada pela DC nos anos 90, voltará e vai passar a fazer parte do Universo DC normal. Icon e Hardware, dois dos principais personagens da linha, farão aparições em Justice League of America. Static, o jovem personagem que já teve desenho animado na TV, entrará para os Novos Titãs. E Dakota, a cidade fictícia onde se passavam as histórias da linha, passará a fazer parte do Universo DC, com outros heróis podendo aparecer mais à frente. As antigas histórias da linha serão relançadas em coletâneas, e há o projeto de uma “saga final” para amarrar as pontas soltas das séries, canceladas em massa entre 1996 e 1997.

- Outro universo de heróis também será integrado ao Universo DC normal: o da linha Impact Comics, do início da década de 90. Os personagens (Comet, Fly, Jaguar, Shield, Black Hood, entre outros), originalmente de propriedade da editora Archie, eram dirigidos ao público infantil. Eles aparecerão na série The Brave and the Bold, escrita por J.M. Straczynski - que diz, em entrevista ao Newsarama, ter uma relação de infância com os personagens.

- Zatanna ganhará sua própria série mensal, escrita por Paul Dini.

- O Guerreiro, personagem de sucesso nos anos 70 e 80, voltará a ter série própria pelo seu criador, Mike Grell. A série deve começar no primeiro semestre de 2009, comemorando os 35 anos da original.

- Jason Todd, o segundo Robin, deve ganhar sua própria série após a conclusão da saga “Batman R.I.P.”, atualmente sendo serializada nas séries de Batman.

- Greg Rucka está escrevendo duas novas séries para a DC, sobre as quais falou pouco. Uma delas é possivelmente Batwoman. Mas o escritor não pôde dar mais qualquer detalhe.

- Dan Jurgens vai tanto escrever quanto desenhar a série do Gladiador Dourado a partir da edição 15.

- O Tanque Mal Assombrado, parte da linha de quadrinhos de guerra da DC nos anos 60, terá uma nova versão, agora pela linha Vertigo. Os tanques assombrados pelo general Jeb Stuart agora estarão na ativa na guerra do Iraque, sob o comando de um descendente negro do herói da Guerra da Secessão.

- Demo, a série de Brian Wood e Becky Cloonan cuja coletânea foi recentemente reeditada pela Vertigo, terá um novo volume de histórias em 2009, pela mesma dupla.

- A adaptação para os quadrinhos de Sandman: Os Caçadores de Sonhos - livro ilustrado de Neil Gaiman e Yoshitaka Amano -, por P. Craig Russell, começa a sair em novembro.

- Andy Diggle (de mudança para a Marvel) deixa a série Hellblazer na edição 249. Simon Oliver (The Exterminators) o substitui na edição seguinte. O argentino Leonardo Manco continua como desenhista.

DC Universe Online

dcuo1 Sony Online Entertainment na Comic-Con para conversar com Chris Cao, chefe criativo do estúdio de desenvolvimento da empresa em Austin, Texas. O tema da conversa foi DC Universe Online, o primeiro MMORPG (jogo online para multidões) povoado por personagens da editora, como Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Coringa, Lanterna Verde…

O produtor informou que cerca de 150 personagens da DC Comics foram licenciados para o game, entre heróis, vilões e elenco de apoio, como Alfred, Lois Lane, Jimmy Olsen e Comissário Gordon, entre outros. “Quisemos ter certeza de popular esse mundo com personagens diversos para dar ao jogador a certeza de que ele está dentro do mundo dos quadrinhos”, disse.

Sobre a jogabilidade, os produtores optaram por uma abordagem completamente diferente do modelo existente dos MMOs, com combate por turnos. “Esse tipo de ação não é muito super-heróico, então mudamos tudo para um sistema de combate em tempo real. O que fizemos foi montar um universo com regras de simulação de física realista, para que os poderes parecessem mais reais. Por exemplo, se eu tenho poderes de raios e aponto para alguém e atiro, se algo entra no caminho recebe o impacto”. Os únicos que não são atingidos são os companheiros do jogador.

E por companheiros refiro-me a quase 50% do servidor, já que as escolhas em DCU Online são muito claras. “A DC é uma editora nostálgica, na qual existem os gatos pretos e os gatos brancos. Dá pra testar um pouco os limites, mas basicamente ou você é um herói ou um vilão”, esclarece Cao.

O sistema de missões do game será baseado em uma trama geral e sub-tramas. No game que jogamos havia uma invasão de Metrópolis por Brainiac em andamento. Simultaneamente a ela outros acontecimentos se desfraldavam: Bizarro apareceu na cidade e começou a auxiliar o robô e Lex Luthor – em sua armadura roxa e verde – coletava energia para seus fins. Supergirl, Superman e Lanterna Verde apareceram no local e solicitaram ajuda. Assim, as possibilidades eram as seguintes: Auxiliar Supergirl e Lanterna Verde a enfrentar Bizarro (sem deixá-lo muito nervoso, já que ele é um Personagem Não-Jogador – ou NPC – poderosíssimo e você ainda está no início de carreira), ajudar Superman e encarar Lex Luthor ou minar as forças de Brainiac (humanos transformados.). Para tanto era necessário derrubar os humanos e depois retirar deles os nano-vírus do andróide.

As missões, porém, não são passadas aos jogadores da maneira tradicional dos MMOs, em que geralmente você precisa encontrar um NPC para iniciá-las. “É bastante dinâmico. Os objetivos mudam a todo instante e as alterações são transmitidas pelo comunicador”.

A ação foi empolgante e os personagens muito fáceis de controlar. O sistema de vôo é bastante intuitivo e todos os poderes facilmente acessáveis. Uma das coisas mais divertidas que fiz – e que gerou até empolgação entre os produtores – foi congelar Lex Luthor, apanhá-lo do chão e arremessá-lo no alto de um edifício. Depois, com ele abalado e tentando se recuperar, disparei lasers de longe. Mas a farra não durou muito. O vilão não tardou para se recuperar – e como eu lancei-o longe dos outros heróis – acabou dando uma surra na Lanterna Verde que eu controlava. De qualquer maneira as possibilidade de combate são enormes.

“O objetivo do nosso jogo é ação desenfreada é insana. Você pode voar, correr em super-velocidade, disparar raios e muito mais”, garante Cao. Esses poderes são definidos na tela de criação de personagens (que não estava disponível no teste). “Você começa com vários deles, mas só pode escolher quatro por vez para usar. Esses poderes podem ser aprimorados com o tempo, mas desde o começo é possível usá-los todos nos módulos básicos”. Esse modelo permite que os jogares combinem táticas entre si e funcionem de maneira otimizada dentro de uma estratégia em grupo, já que será possível criar ligas e legiões dentro dos dois lados. “Foi nossa intenção desde o início facilitar essa interação”, disse o produtor. Serão centenas de poderes que podem ser combinados e manifestados como os jogadores quiserem. Como um exemplo, o responsável pelo estúdio disse que o disparo de raios pode acontecer a partir dos olhos, de seu anel, dos dedos, ou de pistolas duplas, entre outros elementos, tornando quase impossível que dois personagens sejam iguais.

Entre uma missão e outra, heróis e vilões poderão ir para suas sedes e esconderijos e relaxar. Trocar itens, idéias e planejar. “Se você for bom o suficiente pode até ser convidado para o satélite da Liga da Justiça”, explica Cao.

Mas, afinal, planejar o quê? “Um ataque ao esconderijo de Lex Luthor ou uma invasão à Bat-caverna, por exemplo. Também haverá territórios a serem conquistados e há um elemento de ‘conquista do mundo’ sobre o qual ainda não podemos falar a respeito”, adianta.

Por último, Cao falou sobre o envolvimento do ilustrador Jim Lee - ele também um fanático por videogames – no projeto. O astro da DC Comics e sua equipe na WildStorm estão cuidando de todos os aspectos criativos relacionados ao visual do jogo. Quanto às histórias da missões, roteiristas da DC estão ocupados criando desafios e arcos. Perguntei ao produtor se veremos algum dia crossovers entre o universo do game e os quadrinhos e a resposta foi afirmativa. Heróis e vilões de destaque no jogo podem até mesmo ganhar versões nos títulos da editora – obviamente se forem suficientemente criativos – e grandes eventos das HQs serão adaptados para o jogo.

“Afinal, não seria um game da DC sem uma Crise ou outra”, brinca Cao.

O game está em desenvolvimento para PCs e Playstation 3 pela Sony Online Entertainment e sai em 2009.

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Barry Allen em Flash: Rebirth

flashrebirth Uma das grandes notícias da DC Comics neste começo de San Diego Comic-Con foi Flash: Rebirth (Flash: Renascimento). Será o retorno definitivo aos quadrinhos de Barry Allen, o segundo Flash, falecido na minissérie de 1986 Crise nas Infinitas Terras.

A minissérie repete o formato e até os criadores de Lanterna Verde: Renascimento, de 2005: Geoff Johns nos roteiros, com Ethan Van Sciver na arte. A estréia está prometida para o início de 2009.

O ressurgimento do herói estava mais ou menos prometido para a saga Final Crisis - que anda carregada de referências a Allen. Mas, pelo jeito, a DC preferiu dar mais pompa e circunstância a mais uma de suas ressurreições.

Vertigo dá mais detalhes sobre a linha Vertigo Crime

darkentries A editora Karen Berger, vice-presidente da DC e chefona da linha Vertigo, comentou ao site ICV2 mais detalhes sobre a linha Vertigo Crime, anunciada ontem na Comic-Con.

Primeiro, uma correção. Não serão novas séries, e sim graphic novels por bons escritores do gênero policial. As primeiras são Dark Entries, escrita por Ian Rankin e desenhada por Werther Dell’Edera, e Filthy Rich, por Brian Azzarello e Victor Santos.

Os álbuns serão em preto-e-branco e terão por volta de 200 páginas. A previsão de lançamento é para junho de 2009. Berger ainda não soube dizer quantos títulos pretende lançar por ano na linha.

“A Vertigo tem feito séries policias modernas como 100 Balas e Angel Town. Sentimos que o gênero é bastante popular na literatura e acredito que nos quadrinhos também, com séries como 100 Balas e Balas Perdidas – e queríamos entrar nesta área para fazer histórias velozes, espertas, sexy, provocantes e duronas. Parecem publicações da Vertigo, mas você lê como um romance policial empolgante”, comentou a editora.

Midway revela na Comic-Con todos os lutadores de Mortal Kombat Vs. DC Universe

mkvsdc O painel da Midway na Comic-Con teve a participação do co-criador da série Mortal Kombat, Ed Boom, e o quadrinista veterano Jimmy Palmiotti. Os dois apresentaram novos clipes do vindouro game Mortal Kombat Vs. DC Universe, que colocará Super-Homem e Batman com outros heróis e vilões do universo DC trocando tapas e fatalities com Sub-Zero, Scorpion e cia.

Vamos ao que interessa: os novos personages anunciados. Do lado da DC, juntam-se a Super-Homem, Batman, Flash e Mulher-Gato: Shazam (Capitão Marvel – que usa o raio do mago Shazam contra seus inimigos, com na minissérie O Reino do Amanhã), Lanterna Verde (Hal Jordan) e… Coringa!

Do outro lado do ringue, juntam-se a Scorpion, Sub-Zero, Shang Tsung e Sonia: Jax, Kitana e Liu Kang (que não é zumbi como no último jogo). Todos os personagens terão movimentos finais especiais, mas não espere ver o Batman arrancando a espinha de Scorpion. Os heróis terão brutalities que imobilizarão os inimigos, já os vilões e personagens do universo de Mortal Kombat terão os tradicionais fatalities.

Jimmy Palmiotti fez mistério sobre quem será o chefão do jogo, mas deixou pistas. “É o Darkseid?”, perguntou um fã. Palmiotti apenas sorriu e disse: “Esperem alguns meses, vocês não vão se decepcionar!”.

Com o jogo chegará às comic-shops dos EUA um gibi especial que servirá como prelúdio para a história. Que, cá entre nós, a essa altura do campeonato já não importa mais.