Johnny Depp diz que seu entusiasmo por Piratas do Caribe 4 está abalado

johnny_depp_portrait_b_and_w Na última sexta-feira, 18 de setembro, o presidente do Conselho de Administração da Walt Disney, Dick Cook, foi demitido da empresa. O executivo estava na Disney há 38 anos e ocupava o cargo desde 2002. Segundo o Los Angeles Times, a demissão deveu-se a diferenças entre Cook e o diretor-executivo da Disney, Robert Iger.

Rapidamente, Johnny Depp – amigo de Cook – disse ao jornal que isso pode mudar a relação dele com o estúdio. Grande entusiasta do retorno de Jack Sparrow para uma nova série de filmes de Piratas do Caribe, o ator declarou estar “chocado e triste” com o ocorrido, creditando Cook como um dos grandes responsáveis pelo sucesso da franquia, já que ele defendeu sua curiosa interpretação do pirata, quando outros executivos o criticaram.

Depp ainda não assinou contrato para retornar já que tem o direito de ver o roteiro antes. Porém, já avisou que sua paixão pelo projeto “foi severamente abalada pela notícia de que Cook não estará por perto. Há uma rachadura em meu entusiasmo no momento, já que tudo começou no escritório dele”, completou.

Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides está sendo escrito pelos autores do original, Terry Rossio e Ted Elliot. O intuito da Walt Disney Pictures é começar a filmar em abril ou maio do ano que vem, para uma estreia em 2011.

Woodstock : Críticas

aconteceuemwoodstockposter Há quarenta anos, Woodstock uniu pessoas, ideais, todos os credos e todas as cores, tocou milhões de almas com sua utopia psicodélica de liberdade e igualdade. Esse blablablá você já deve estar cansado de ouvir. Difícil é encontrar uma única pessoa, no meio daquele meio milhão de hippies, cuja vida tenha de fato mudado com o festival de rock mais famoso de todos os tempos.

Aconteceu em Woodstock (Taking Woodstock), o primeiro filme hollywoodiano do diretor Ang Lee depois de Brokeback Mountain, basicamente é o esforço para buscar (e tentar acompanhar, no meio daquele mar de gente) essa uma pessoa. O eleito é Elliot Tiber. Como diz o seu livro de memórias, Taking Woodstock: A True Story of a Riot, A Concert, and A Life, no qual o filme se baseia, Elliot foi o responsável por levar o festival para a pequena cidade de White Lake, no interior do Estado de Nova York.

Interpretado pelo comediante Demetri Martin, Elliot presidia a câmara de comércio da cidadezinha, com um festival de música local anual debaixo de sua responsabilidade, quando a vizinha Catskills expulsou Woodstock de lá – afinal, nomes como Joan Baez, Janis Joplin e Jimi Hendrix atrairiam uma população de hippies que os locais temiam. Com algum empurrão, Elliot decidiu então trazer o festival (que leva o nome de outra cidade, Woodstock) para White Lake.

Não vale aqui narrar como se deu a montagem do festival numa pastagem, com hoteis capengas, ameaças de mafiosos, muita mídia, muitas kombis, algum teatro e incontáveis baseados. A graça do filme está nessa transformação da paisagem de White Lake, e não há como descrever isso aqui, a contento. O que dá para dizer é que o excelente elenco está num nível de casting (atores parecem ter nascido para aqueles personagens) comparável ao das melhores séries de TV dos EUA. Não falta humor, nem música.

Mas voltemos à ambição inicial e principal de Lee. Como seguir um protagonista quando, inevitavelmente, o festival a certa altura se tornará o ator principal? O diretor consegue com a inestimável ajuda do diretor de fotografia Eric Gautier. Muitos críticos cosideram-no o melhor operador de câmera em atividade hoje no mundo – como dá para constatar em filmes como Clean, Medos Privados em Lugares Públicos e Horas de Verão – e aqui o francês não decepciona.

Com a câmera na mão firme mas fluente – e principalmente com agilidade para encontrar pontos de interesse num enquadramento sempre em mudança e em movimento – Gautier dá ao filme aquela cara de documentário, de registro de acasos, e não perde Elliot de vista. Quando o personagem vai atravessar uma multidão na rua, opta-se pelo plano-sequência. Quando vai ficar fora de quadro, Lee resgata o maneirismo de dividir a tela, como fez em Hulk. Por exemplo, se em cena a câmera subjetiva nos põe no lugar de Elliot, observando os entornos, a tela se divide em duas, campo e contracampo, para não deixarmos de enxergar seu rosto.

Saber sempre como Elliot reage ao que se passa é uma obsessão do filme, e Demetri Martin consegue convencer, nessa exposição constante. Mas, claro, Gautier não é onipotente. A certa altura Woodstock vai mesmo se impor, e o arco dramático de Elliot parece se arrastar um pouco, com uma sucessão de quase-finais, na segunda metade das duas horas de filme. É como se o arco se encerrasse no momento em que o festival se torna realidade, quando no fundo ainda há pontas soltas na subtrama de Elliot. O filme se alonga para resolvê-las, naquelas horas da manhã em que bate a ressaca do fim de semana de shows.

De qualquer forma, a eleição de um protagonista privilegiado faz muito bem ao filme. Por meio de Elliot, podemos nos identificar e nos colocar numa posição que, dado o gigantismo e a mítica de Woodstock, quatro décadas depois tende a perder sua real dimensão.

J.J. Abrams fala sobre continuação de Cloverfield

cloverfield Durante o painel de Star Trek na convenção WonderCon, o diretor J.J. Abrams respondeu aos fãs sobre a possível continuação do sucesso que ele produziu no ano passado, Cloverfield – O Monstro.

“Estamos atualmente trabalhando em uma ideia”, disse Abrams. “A chave, obviamente, ao se realizar qualquer continuação é que ela não seja uma decisão executiva. Se você tiver que fazer algo, deve ser pelos motivos certos, sua inspiração em fazê-lo. Isso não significa que ele vá funcionar, mas ao menos significa que fizemos porque nos importamos, não porque queríamos o dinheiro. Temos uma ideia que achamos bem bacana e estamos discutindo. Ela tem uma conexão com Cloverfield e espero que aconteça logo, pois é bem legal mesmo”, concluiu.

Ator de Star Trek e Terminator pode ser o Lanterna Verde no cinema

rtuk_anton_yelchin Bom de antecipar contratações em Hollywood, o site Latino Review publicou um boato interessante: para o papel de Hal Jordan em Lanterna Verde, os produtores estão considerando o nome de Anton Yelchin.

Aquele garoto que surgiu em Lembranças de um Verão cresceu e hoje já é o Kyle Reese de Exterminador do Futuro: A Salvação e o Chekov de Star Trek. Ele tem 1,80 de altura, vai completar 20 anos em março é talentoso… Mas não parece mirrado ainda para interpretar o herói?

Ainda de acordo com o LR, Emile Hirsch era outro nome considerado para o papel, mas passou adiante. Outro que deu pra trás foi Ryan Gosling – um nome que os produtores ainda estão tentando convencer a protagonizar o filme, diz o site.

Martin Campbell (Cassino Royale) dirige o filme para a Warner, a partir do roteiro de Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Michael Green. Na história do filme, cada setor do espaço é protegido por um Lanterna Verde, dotado de um anel que emprega uma poderosa energia verde para criar qualquer coisa que esteja dentro dos limites da imaginação e força de vontade de seu mestre. Quando o Lanterna Verde escalado para defender o nosso setor percebe que está morrendo na Terra, ele envia seu anel para encontrar um sucessor digno – e encontra o piloto de testes Hal Jordan.

O filme estreia em 17 de dezembro de 2010.

Quadrinistas se unem para preservar casa dos criadores do Superman

superman_logo Há mais de 70 anos, dois jovens nerds criaram o super-herói mais famoso do mundo. Jerry Siegel e Joe Shuster imaginaram um homem voador, super-forte, à prova de balas, vindo de um planeta distante e último sobrevivente da sua raça. 70 anos depois, a casa de Cleveland, Ohio, onde Superman foi concebido está caindo aos pedaços.

Não por muito tempo, se depender de Brad Meltzer. O romancista e autor de quadrinhos, que lançou esta semana um livro baseado na história de Jerry Siegel, criou também esta semana na Internet uma mobilização para salvar a antiga casa dos Siegel – fundando, junto às herdeiras do criador, a Siegel & Shuster Society.

“A casa onde o Google foi criado está preservada. A fazenda onde a Hewlett Packard foi fundada está preservada. E a casa de Richard Nixon é um museu. Mas e a casa onde Superman – um dos heróis mais conhecidos do mundo – foi criado? Está um caos. Com a criação da Siegel & Shuter Society, esperamos levantar dinheiro suficiente para reformar a casa e garantir que ela esteja preservada, restaurada e um dia você possa levar seus filhos lá”, escreve Meltzer no site filantrópico que fundou.

Ele ressalta que os atuais donos da casa sempre recebem, com prazer, visitantes do mundo todo que querem conhecer o lugar onde o Homem de Aço nasceu. E mais: a casa de Joe Shuster, o co-criador do herói, a algumas quadras dali, já foi demolida por falta de preservação.

Como conseguir o dinheiro? Com uma ajudinha dos amigos. O site está promovendo leilões de diversos itens doados por parceiros de Meltzer, tais como Neil Gaiman, Brian Michael Bendis, Jim Lee, George Pérez, Joe Quesada, Stephen Colbert, Alex Ross e vários outros que estão doando gibis autografados, roteiros e desenhos originais, até ter seu nome em um personagem de um futuro gibi ou livro. Há inclusive a oportunidade de ser um extra no seriado Heroes.

A lista completa de itens em leilão está aqui. Os leilões serão feitos em lotes semanais até o dia 30 de setembro.

“Sempre nos apoiamos no Superman quando precisamos dele. Esta é nossa chance de ajudá-lo”, defende Meltzer.

Nicolas Cage sugere levar Motoqueiro Fantasma para a Europa em novo filme

motoqueiro-fantasma-poster03 O ator Nicolas Cage não desiste. Sempre que pode, ele diz que adoraria fazer mais um Motoqueiro Fantasma. Desta vez deu até palpite sobre a história.

“Encontrei com executivos do estúdio há três meses para discutir essa possibilidade. Falamos sobre tomar um rumo internacional com o personagem, levá-lo em uma tour sobre duas rodas pela Europa. Tem elementos no continente que estão na moda, com o Código Da Vinci e tal…”, diz Cage ao CinemaBlend, provavelmente referindo-se à tradição cristã no Velho Mundo, que pode se encaixar no contexto infernal das histórias do Motoqueiro.

Claro, esse filme está longe de se tornar realidade. Mas do jeito que Hollywood anda ultimamente é capaz que surja, já na semana que vem, até mesmo um reboot-realista do anti-herói flamejante, cuja primeira aventura é execrada aqui na Cozinha.

Transformers 2: Saem as primeiras fotos oficiais do Corvette Centennial

corvette_02 Depois do vídeo do set, está saindo mais material oficial de Transformers: Revenge of the Fallen. Desta vez saíram fotos promocionais do Corvette Centennial Design Concept, um dos novos carros do filme.

Por enquanto não saiu a lista completa de robôs do segundo filme. No elenco estão Shia LaBeouf, Megan Fox, John Turturro, Isabel Lucas, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, Matthew Marsden e Rainn Wilson. Alex Kurtzman e Roberto Orci escrevem o segundo filme, agora com a ajuda do roteirista Ehren Kruger. Michael Bay dirige.

A estréia é prevista para 26 de junho de 2009.

 

 

 

 

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Escalada a atriz que viverá a misteriosa e letal Ilana em Lost

zuleikha No mês passado falamos que a quinta temporada de Lost ganhará dois novos personagens, que a Entertainment Weekly diz serem “misteriosos e letais”, Caesar e Ilana. A atriz que viverá Ilana acaba de ser oficializada: a londrina Zuleikha Robinson.

A atriz participou brevemente do seriado New Amsterdam e é mais conhecida por suas participações em Roma e no derivado de Arquivo X dos Pistoleiros Solitários.

Ilana é descrita como européia entre 20-30 anos de grande inteligência. Atraente, aparentemente está acostumada a fazer as coisas do seu jeito. Falta ainda escalar Caesar, homem entre 35 e 45 anos, “perigoso, forte e extremamente inteligente”, segundo a descrição do site.

A quinta temporada começa a ser exibida no início de 2009.

Batman: Aaron Eckhart põe ponto final na discussão sobre o futuro de Harvey Dent

posterharvey O ator Aaron Eckhart deu uma entrevista ao site ComingSoon e falou sobre Batman – O Cavaleiro das Trevas. A essa altura todo mundo já viu o filme, mas fica o aviso do SPOILER: Eckhart esclareceu o destino do promotor público Harvey Dent.

Fui perguntar para o Chris [Nolan, diretor] e ele soltou ‘você está morto!’ antes mesmo de eu terminar a pergunta. Ele está morto. Não vai voltar”, disse o ator. Claro que em quadrinhos morte é uma questão mais que relativa, mas em cinema é um pouco diferente: “Tem o problema da negociação do contrato. Eu não vou voltar, tinha contrato para um filme só”.

Originalmente o plano era manter o Coringa em cena. “Infelizmente, Heath [Ledger] não pôde continuar. Eu sou um Zé Ninguém. Não mando nada nessa questão. E tenho certeza de que há mais um monte de personagens que eles podem escalar daqui pra frente”, finalizou.

Não há nada definido sobre o próximo filme ainda.

Hellboy II: O Exército Dourado

poster Os quadrinhos de Hellboy, criados por Mike Mignola em 1993, não são exatamente um sucesso arrebatador de público. Claro, vendem bem para os padrões da Dark Horse, sua editora nos Estados Unidos, mas estão longe do patamar dos super-heróis da Marvel e DC Comics.

Numa analogia com o cinema, heróis dos quadrinhos como Batman, Homem-Aranha, X-Men e Superman, personagens das duas principais editoras dos EUA, são os filmes arrasa-quarteirão de verão (e, não por acaso, ganham adaptações desse gênero). Já Hellboy, com uma pegada mais autoral e artística, é algo que se aproxima de projetos como O Labirinto do Fauno. Faz um bom dinheiro ao seu criador, é reconhecido pela crítica, disputa (e ganha) prêmios, mas não vai brigar de igual pra igual com Batman. Não tem como.

É curioso então que no mundo bizarro de Hollywood exista uma sucessão tão grande de erros em torno da estratégia cinematográfica deste Hellboy II: O Exército Dourado (Hellboy II: The Golden Army), segundo filme da série.

Acompanhe: O diretor é justamente o mesmo de O Labirinto do Fauno, Guillermo del Toro, que trabalhou ombro a ombro com Mignola na criação desta série no cinema. O primeiro filme já não havia sido um sucesso tão grande, pois apostou numa transformação de Hellboy no super-herói que ele não é (não adianta, Hellboy é um demônio, não um adolescente colegial superpoderoso – a relação entre personagem e público é difícil). Então, por que repetir os mesmos erros? Por que tentar adequar uma série originalíssima a uma fórmula mais fácil, tentando transformar a série no próximo Homens de Preto? E, pior, colocá-la pra brigar com Batman nas bilheterias?

Hellboy funcionaria melhor um pouco mais contido. Mignola é conhecido pela construção de clima, não pelas grandes cenas épicas. Del Toro idem. Então parece que ambos ficaram um tanto iludidos com o potencial da série. E tome monstros colossais, mercados com centenas de criaturas, exércitos com 70 vezes 70 soldados, ação vertiginosa… Não precisava de tanto.

Claro, dá gosto ver o trabalho de Del Toro. O cineasta é um virtuoso visual desde os pequenos detalhes (observe a intrincada coroa do reino das fadas) às cuidadosamente orquestradas cenas de pancadaria. Nesse aspecto, Hellboy é irretocável. E se deixei Mignola de lado aqui é simplesmente porque o quadrinista ficou mesmo de escanteio nesta continuação. O design é todo Del Toro e se parece mais com o já citado O Labirinto do Fauno do que com o trabalho do ilustrador e roteirista.

Outro aspecto que acredito que poderia ser melhor trabalhado é o próprio Hellboy. A interpretação de Ron Perlman está ainda mais “indestrutível” que a do primeiro filme. É como se o herói estivesse ainda mais convencido e seguro de si – tanto fisica quanto psicologicamente. Ele ficou com a mocinha, Liz (Selma Blair) e encara monstros de qualquer tamanho. Faltam à versão do cinema alguns lados mais humanos do demônio (por mais estranha que esta frase tenha ficado), ainda que Del Toro tenha colocado no filme algumas cenas românticas divertidas, como a da bebedeira regada a Barry Manilow. Mas humanizar não é só colocar dores de amor. Felizmente, no terceiro ato esses aspectos começam a surgir, como o sentimento de inadequação e a dúvida do herói se ele está do lado certo. Esse é melhor momento do filme, um aspecto do longa até politizado e dentro de todas as discussões mais relevantes sobre meio-ambiente e sociedade – sem cair na chatice. Com o desfecho, a impressão clara é que o cineasta está guardando o melhor para o final, Hellboy III, que periga não acontecer já que o filme, como o primeiro, não foi um grande sucesso de bilheteria.

De qualquer maneira, minhas ressalvas são mera chatice de fã, admito. As falhas de Hellboy II: O Exército Dourado são defeitos apenas para quem conhece bem os quadrinhos. A tentativa de aproximá-lo do grande público é honesta, os valores de produção são altíssimos e a estrutura funciona dentro das pretensões da aventura. Os novos personagens, o ectoplásmico alívio cômico Johann Krauss (voz de Seth McFarlane) e o orgulhoso vilão Príncipe Nuada (Luke Goss) são ótimos e a trama, um ataque do mundo das fadas ao nosso, ainda que não tenha contraparte nos quadrinhos, é empolgante. Mesmo que seja uma versão mais brilhante e empolgada das HQs, Hellboy migra às telas muito acima da média das adaptações da nona arte. Só reclamo – e aqui cabe um desabafo – porque queria dar nota máxima ao filme.

Elisha Cuthbert estará na sétima temporada de 24 Horas

elisha_cuthbert O retorno da filha de Jack Bauer foi confirmado para a sétima temporada de 24 Horas. Elisha Cuthbert assinou contrato para voltar, mas segundo a Entertainment Weekly sua presença deve ficar mais para o fim da temporada.

A EW também adianta: o namorado de Kim Bauer, interpretado por C. Thomas Howell, não volta junto. No seu lugar, Kim agora tem um filho!

A temporada começa só em janeiro de 2009 no canal Fox dos EUA. Antes disso, a emissora exibe em 23 de novembro deste ano um telefilme de duas horas para fazer a ponte entre a sexta e a sétima temporada.

Rodado na África do Sul, o prelúdio – que trocou de nome, de 24: Exile para 24: Redemption – acompanha Jack Bauer enfrentando uma crise internacional, enquanto os EUA se preparam para a posse da sua primeira presidenta. A trama se ambienta meses antes do “Dia 7″, que é como a produção chama a sétima temporada.

Dan Aykroyd diz que Caça-Fantasmas 3

cacafantasmas O ator Dan Aykroyd quer há anos reviver a franquia Caça-Fantasmas. Mas sempre que ele dá uma entrevista e alimenta a esperança dos fãs, logo em seguida alguém desmente. Da última vez, ele disse que Ghostbusters 3 seria feito em computação gráfica, quando na verdade a única coisa em computação gráfica sendo produzida era o game.

Aykroyd voltou a falar, agora ao E! Online. “Bom, no momento dois jovens e espertos roteiristas supostamente deveriam estar escrevendo a continuação, o terceiro filme. Se eu conseguisse convencer Seth e Judd a fazer parte disso, será o time dos sonhos”, disse rapidamente. “Seth” e “Judd” devem ser Seth Rogen e Judd Apatow, dois dos nomes mais “quentes” em Hollywood no momento quando o assunto é comédia. Ou seja, Aykroyd não é o único que quer trabalhar com eles. E em julho o site /Film desmentiu boato semelhante.

Agora, essa história de que supostos roteiristas trabalham no roteiro é nova… O Pajiba acredita que a tal jovem dupla seja Gene Stupnitsky e Lee Eisenberg, dois dos roteiristas do seriado da NBC The Office. O site diz também que o texto não enfoca nos velhos Caça-Fantasmas, e sim em uma nova geração, o que teria agradado a Columbia Pictures. Só pra apimentar: Stupnitsky e Eisenberg escreveram recentemente a comédia Year One, o próximo filme de… Judd Apatow.

A informação acima começou a ser confirmada pelos grandes veículos especializados durante a madrugada, então parece mesmo que há fogo vindo da fumaça dessa vez. A Columbia inclusive quer, segundo a Variety, trazer de volta o quarteto original: Aykroyd, Bill Murray, Harold Ramis e Ernie Hudson. Mas primeiro todos querem ver como vai ficar o roteiro.

Heroes: NBC solta 13 cartazes de personagens para a terceira temporada

heroes3_06 Faltam pouco mais de duas semanas para a estréia da terceira temporada de Heroes, e saem agora os cartazes com os personagens. São 13 deles.

Heroes recomeça no dia 22 de setembro nos Estados Unidos com um episódio de recapitulação com uma hora, seguido da sessão dupla com os dois primeiros episódios, totalizando três horas.

A terceira temporada será dividida em dois volumes. O primeiro se chama Volume 3: Villains e ocupa os 13 primeiros episódios da temporada, de um total de 25. A partir do décimo-quarto começa o Volume 4: Fugitives.

 

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The Cosmos Rocks, novo álbum do Queen

cosmorocks Foram divulgados mais detalhes de The Cosmos Rocks, novo álbum do Queen, o primeiro com Paul Rodgers (Free, Bad Company) nos vocais.

Com lançamento previsto para 15 de setembro no Reino Unido, o disco será precedido pelo single “C-lebrity”, que traz o baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, nos vocais. Outras faixas são “Say It’s Not True”, composta para fazer parte da campanha 46664 HIV/Aids, de Nelson Mandela, “Cosmos Rockin’”, “Time to Shine”, “Still Burnin’”, “Small”, “Warboys”, “We Believe”, “Call Me”, “Voodoo”, “Some Things That Glitter”, “Through the Night” e “Surf’s Up… School’s Out!”.

Em entrevista à Billboard, Rodgers contou que o álbum tem uma carga emocional muito forte: “Uma música é totalmente diferente da outra, mas acredito que haja um teor emocional muito forte em cada uma delas. Creio em variedade musical, assim como os outros integrantes da banda”.

The Cosmos Rocks é o primeiro disco de inéditas da banda britânica em 13 anos – o último foi Made in Heaven. O álbum foi composto e produzido pelos membros fundadores do Queen Brian May e Roger Taylor, respectivamente guitarrista e baterista da banda, e Rodgers. John Deacon, o baixista, não participou da gravação, mas ganhou dedicatória no encarte, assim como Freddie Mercury, vocalista original da banda, falecido em 1991.

Uma turnê de divulgação do trabalho terá início no dia 15 de setembro em Moscou.

Bilheteria USA

perigoembangkok Perigo em Bangkok (Bangkok Dangerous), remake dirigido pelos irmãos Oxide e Danny Pang (Assombração), responsáveis também pelo longa original, de 1999, liderou o fim de semana nas bilheterias dos EUA. Porém, os 7,8 milhões de dólares do filme já demonstram o péssimo resultado que os cinemas tiveram neste início de setembro, quando as aulas recomeçam por lá e a temporada de verão termina. A arrecadação foi tão ruim que só um filme até hoje conseguiu liderar o box office com valores tão baixos: Dickie Roberts: O Pestinha Cresceu, que fez 6,7 milhões em 2003. Nem o astro Nicolas Cage conseguiu empolgar o público e amargou uma das piores aberturas de sua carreira. Na trama, ele interpreta um assassino de sangue frio que ruma para Bangkok, na Tailândia, onde tem trabalhos a resolver, mas acaba envolvido com uma garota local. No Brasil, a estréia acontece em 24 de outubro.

Depois de três semanas consecutivas no topo, Trovão Tropical (Tropic Thunder) finalmente caiu para a segunda posição, com 7,5 milhões e 96,81 milhões no total. Na trama, cinco atores participam de uma filmagem na selva no melhor estilo Apocalypse Now e, subitamente, se vêem numa situação de guerra real. O filme já está em cartaz no Brasil.

Sem concorrência, Casa das Coelhinhas, comédia em que a protagonista da série Todo Mundo em Pânico, Anna Faris, vive uma ex-coelhinha da mansão Playboy, conseguiu subir para a terceira colocação e soma 37 milhões. Na história, Shelley Darlington (Faris) estava toda feliz vivendo na mansão quando fica sabendo que será despejada porque, com 27 anos, já passou da idade. Sem ter pra onde ir, ela vai parar numa irmandade de faculdade, só de estudantes nerds, a Zeta Alpha Zeta. Em troca de abrigo e de algumas lições sobre individualidade, a ex-coelhinha vai ensiná-las a se maquiar e se dar bem com os garotos, basicamente. A estréia no Brasil acontece em 17 de outubro.

De volta à quarta colocação, Batman – O Cavaleiro das Trevas fez mais 5,7 milhões e chegou a 512 milhões de dólares. Mundialmente o filme chegou a 929 milhões e ocupa a sétima colocação no ranking dos maiores filmes de todos os tempos.

Fechando o Top 5 pela segunda semana consecutiva, ficou o suspense de espionagem Traitor, que tem em seu elenco nomes como Jeff Daniels (A Lula e a Baleia), Neal McDonough (Minority Report), Don Cheadle (Crash) e Guy Pearce (Amnésia). O filme gerou 4,6 milhões. A história, escrita e dirigida por Jeffrey Nachmanoff (roteirista de O dia depois do Amanhã), gira em torno do agente especial Samir Horn (Cheadle), que tem ajudado terroristas em atos contra o Ocidente. Ninguém sabe, entretanto, de que lado ele realmente está, mas a CIA e o FBI não poupam esforços na caçada a Horn. Ainda não há estréia prevista por aqui.